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Hilti na revista "Human": pessoas felizes e mais produtivas

«Uma empresa feliz deve ser resultado de ter colaboradores com uma genuína paixão por aquilo que fazem, existindo um alinhamento entre o seu propósito e o da empresa.» A opinião é de Ricardo Santos, ‘head of finance and customer service’ da Hilti Portugal, que reconhece que «mais do que afirmar a intenção, é fundamental que a empresa proporcione as condições para que este propósito seja de facto vivido», além de que «a importância dos valores é também fundamental, já que estes são a base de qualquer empresa que tenha ambição de um clima de bem-estar sustentável».

No caso da Hilti, o reconhecimento como uma das empresas mais felizes «é apenas possível fruto de um trabalho assente na visão de longo prazo, e por isso o resultado de um caminho percorrido nos últimos anos», realça o responsável, para logo acrescentar: «Acreditamos que todos temos uma excelente ferramenta que nos desenvolve: a nossa função. Se a encararmos como um veículo para atingir este fim, pensando não apenas no que a função nos pode dar, mas no nosso possível máximo contributo para elevar o patamar de excelência da equipa, seremos pessoas felizes. Na Hilti, temos a felicidade de trabalhar numa empresa que promove este espírito empreendedor. Temos admiráveis exemplos internos para provar que esta é uma realidade. Mas existem outros exemplos que promovem na sua plenitude aquilo que entendemos por tratar bem as nossas pessoas. O evento que realizamos anualmente, frequentemente com todos os colaboradores e as respetivas famílias, a oferta de um cabaz de Natal, o horário de verão para os colaboradores internos, o pequeno-almoço disponível todos os dias na empresa, as duas pontes e até três dias de antiguidade que oferecemos como dias de férias adicionais, o seguro de saúde extensível ao cônjuge e a descendentes… Tudo isto porque pessoas felizes são mais produtivas.»

Para o responsável, a pedra basilar dos bons resultados da Hilti neste âmbito «é a implementação com sucesso da cultura da Hilti Internacional e da sua ‘Estratégia Champion 2020’. Ele próprio explica: «As práticas de recursos humanos estão assentes na convicção de que cada um dos colaboradores se revê numa cultura em que o desempenho está de mãos dadas com o cuidar das pessoas. É neste contexto que desenvolvemos as nossas práticas de recursos humanos, olhando não apenas para dentro, mas também para fora. Para isso, temos promovido cada vez mais momentos de partilha com outras empresas, aprendendo também bastante neste processo.»

Estando numa empresa especializada em material para profissionais da construção, com atividade em comércio e retalho, Ricardo Santos considera que «o sentido de realização não se encontra em maior ou menor grau em sectores específicos». Ou seja: «Podemos ter sectores aparentemente mais apelativos, mas também existe sempre uma pessoa certa para cada empresa ou função. Sucede que nem sempre é fácil descobrir onde esta pessoa está. Em todos os sectores, podemos encontrar exemplos de pessoas motivadas e desmotivadas, e seria errado dizer que isto se deve ao sector. A prova é que nas partilhas que referi encontro desafios semelhantes independentemente dos sectores.»

Nos próximos anos, a Hilti tem desafios claros em algumas dimensões. «Se considerarmos que 60% das funções que irão existir daqui a 20 anos não existem hoje, somos levados a pensar com um grande sentido de urgência na necessidade de a nossa organização (e por inerência as pessoas) ter que ser flexível. Só nos apercebemos das mudanças se estivermos próximos das pessoas, e é exatamente neste sentido que estamos a trabalhar. O problema da demografia é também preocupante. Em Portugal teremos menos dois milhões de portugueses em 2050 se se mantiver a tendência de natalidade atual (e se esta mudar hoje, teremos resultados só daqui a 20 ou 25 anos). Significa que dois terços da população portuguesa serão idosos, o que implica que temos hoje que pensar na diversidade e na inclusão geracional também com um grande sentido de urgência.»

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